Psicanálise e Literatura
uma (des)construção constante da subjetividade
DOI:
https://doi.org/10.56073/bfp.v33i1.97Palavras-chave:
literatura, psicanálise, inconsciente freudiano, inconsciente estético, pirandelloResumo
Este artigo pretende propor uma discussão entre os campos da literatura e psicanálise a partir de um recorte específico: o da incorporação mais notável do inconsciente freudiano, principalmente, do ponto de vista dinâmico, dentro da construção e fazer literários no final do século XIX e início do século XX. Com base em tal problemática, será feita uma retomada de relações estabelecidas entre esses dois saberes ancorado em formulações teóricas propostas por Jacques Rancière, Antônio Candido e Alfredo Bosi. Para o desenvolvimento dessa perspectiva, emprega-se o romance Um, nenhum e cem mil, de Luigi Pirandello, como meio de análise da necessidade desse diálogo tanto para a teoria psicanalítica quanto para a literatura.
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