Psicanálise e Literatura

uma (des)construção constante da subjetividade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56073/bfp.v33i1.97

Palavras-chave:

literatura, psicanálise, inconsciente freudiano, inconsciente estético, pirandello

Resumo

Este artigo pretende propor uma discussão entre os campos da literatura e psicanálise a partir de um recorte específico: o da incorporação mais notável do inconsciente freudiano, principalmente, do ponto de vista dinâmico, dentro da construção e fazer literários no final do século XIX e início do século XX. Com base em tal problemática, será feita uma retomada de relações estabelecidas entre esses dois saberes ancorado em formulações teóricas propostas por Jacques Rancière, Antônio Candido e Alfredo Bosi. Para o desenvolvimento dessa perspectiva, emprega-se o romance Um, nenhum e cem mil, de Luigi Pirandello, como meio de análise da necessidade desse diálogo tanto para a teoria psicanalítica quanto para a literatura.

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Biografia do Autor

Beatriz Lordello Lages, Instituto Sedes Sapientiae

Tendo formação técnica em Estilismo e Coordenação de Moda pelo SENAC SP, possui experiência na área da Moda e das Artes. Em 2012, entrou no curso de Letras na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. No ano seguinte, participou do projeto de intercâmbio "PLI" ( Programa de Licenciaturas Internacionais) com a Université Paris - Sorbonne IV, onde obteve sua dupla diplomação. Após a conclusão da licenciatura, cursou Semiótica Psicanalítica na Puc-Cogeae. Em 2020, decidiu iniciar sua Formação em Psicanálise no Instituto Sedes Sapientiae. Atua como professora e analista.

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Publicado

2025-11-07

Como Citar

LAGES, Beatriz Lordello. Psicanálise e Literatura: uma (des)construção constante da subjetividade. Boletim Formação em Psicanálise, São Paulo, v. 33, n. 1, p. 78–98, 2025. DOI: 10.56073/bfp.v33i1.97. Disponível em: https://revistaboletim.emnuvens.com.br/revista/article/view/97. Acesso em: 28 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos