Introdução histórica à noção de neutralidade benevolente

Autores

  • Eduardo Guimarães

DOI:

https://doi.org/10.56073/bfp.v34i1.537

Palavras-chave:

Neutralidade benevolente, história, transferência, Edmund Bergler, fenômenos linguísticos

Resumo

O termo “neutralidade” (em alemão, Neutralität) não foi utilizado por Sigmund Freud em nenhuma de suas obras – muito menos a expressão “neutralidade benevolente”¹. Isso não impediu que essa última expressão fosse incluída no vocabulário psicanalítico. Acompanhar o desenrolar dos fenômenos linguísticos envolvidos nesse processo (metáfora, catacrese, retroação), bem como suas consequências para um dos principais termos da metapsicologia freudiana é a proposta deste artigo para, então, debater o que ficou conhecido como neutralidade benevolente, propondo pensar de que maneira o estabelecimento e o uso dessa expressão são, no mínimo, problemáticos.

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Publicado

2026-11-04

Como Citar

GUIMARÃES, Eduardo. Introdução histórica à noção de neutralidade benevolente. Boletim Formação em Psicanálise, São Paulo, v. 34, n. 1, p. 39–56, 2026. DOI: 10.56073/bfp.v34i1.537. Disponível em: https://revistaboletim.emnuvens.com.br/revista/article/view/537. Acesso em: 4 nov. 2026.

Edição

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Artigos