Sobre o alcance da intervenção analítica

Autores

  • José Carlos Garcia Instituto Sedes Sapientiae

Palavras-chave:

Processo primário, Processo secundário, Pulsão, Representação, Reprimido, Símbolo

Resumo

Este trabalho apresenta um breve levantamento da utilização do conceito de símbolo na obra de Freud para, a partir daí, podermos refletir sobre as implicações disso na prática clínica. Acompanhando este mesmo propósito, busco assinalar que, na verdade, a experiência clínica de todo analista o expõe a um campo de não simbolização - ao campo pulsional. Neste sentido, estaríamos tratando de situações que ultrapassam a esfera do já representado no aparelho psíquico: para alcançarmos as fronteiras de uma clínica que estaria aquém do reprimido. Proponho que este ponto de vista nos obrigue a considerar um contexto transferencial em que o analista não se apresentaria apenas como objeto de desejo, mas precisaria ser entendido também como objeto atual da pulsão. Sendo assim, seria necessário que repensássemos uma série de questões referentes à técnica, que precisariam ser adequadas às concepções aqui esboçadas.

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Biografia do Autor

José Carlos Garcia, Instituto Sedes Sapientiae

Psicanalista e professor do Departamento de Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.

Referências

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Publicado

2013-10-17

Como Citar

GARCIA, José Carlos. Sobre o alcance da intervenção analítica. Boletim Formação em Psicanálise, São Paulo, v. 21, n. 1, p. 137–155, 2013. Disponível em: https://revistaboletim.emnuvens.com.br/revista/article/view/196. Acesso em: 1 out. 2026.

Edição

Seção

Artigos